O pai (ou mãe) não paga pensão. O que pode ser feito em Mauá da Serra, PR
Mauá da Serra · PRFamília
Cobrança de pensão alimentícia em atraso ou nunca paga.
Inadimplência de pensão alimentícia admite medidas drásticas — desconto em folha, bloqueio de bens, protesto, inscrição em órgãos de proteção ao crédito e até prisão civil em hipóteses persistentes.
Como buscar solução em Mauá da Serra
Morador de Mauá da Serra, no PR? O tratamento desse assunto passa pela comarca local e pelo Tribunal de Justiça do Paraná, respeitando os prazos previstos em lei. A OAB PR mantém subseções que orientam quem procura um profissional na região de Mauá da Serra; já quem não pode pagar encontra na Defensoria Pública do Paraná o caminho, e o CEJUSC ajuda a tentar acordo antes do processo.
Sendo Mauá da Serra um município do interior do Paraná, alguns procedimentos podem tramitar em comarca regional ou na capital Curitiba, dependendo da matéria. No Sul, a estrutura de CEJUSCs e juizados é bem distribuída, e a conciliação prévia costuma ser um caminho rápido antes do processo. Cada comarca tem a sua rotina; um advogado que já atua em Mauá da Serra/PR conhece o funcionamento do foro local e evita passos em falso.
Além de Mauá da Serra, a mesma microrregião do IBGE reúne municípios como Novo Itacolomi, Apucarana e Marilândia do Sul — na prática, advogados da região costumam atender essas cidades em conjunto, e comparar profissionais próximos amplia as opções.
Para uma análise individual, veja profissionais de família que atendem Mauá da Serra e região.
Como costuma acontecer
Há pensão fixada (por sentença ou acordo) e o devedor não paga, paga atrasado ou paga valores menores. A pessoa que recebe (em nome do filho, em regra) precisa de medidas efetivas, não só de tempo.
A lei traz mecanismos fortes para esse caso justamente porque a pensão é essencial à subsistência.
O que fazer (passo a passo)
- 1
Confirme o valor atualizado
Calcule o quanto está em atraso, com correção e juros. Esse cálculo é base para qualquer ação.
- 2
Acione a Justiça com ação de execução
Existem dois ritos — rito da prisão (para dívida recente, em geral três últimos meses) e rito da expropriação (para dívidas mais antigas, com penhora de bens).
- 3
Considere desconto em folha e protesto
Quando há vínculo formal de trabalho, o juiz pode determinar desconto direto na folha do devedor. Protesto e inscrição em SPC/Serasa também são possíveis.
- 4
Em casos persistentes, prisão civil
Para as três últimas parcelas, é possível pedir prisão civil do devedor — medida coercitiva (não punitiva) para forçar o pagamento. Em regra, o devedor é solto ao quitar.
Ferramenta interativa
Monte seu caso e veja o que falta
Marque o que você já tem em mãos e o que já fez. A ferramenta calcula seu progresso e mostra qual é o próximo passo — para você chegar organizado a um advogado.
Documentos que você já tem
Passos que você já deu
Comece marcando acima o que você já tem e o que já fez.
Próximo passo: Confirme o valor atualizado
Faltam reunir 5 documentos da lista.
Prefere já falar com um advogado? Encontre na sua cidadeFerramenta de organização pessoal. Não substitui a orientação de um advogado nem garante resultado — cada caso é analisado individualmente.
Direitos envolvidos
- Execução pelas vias adequadas
- Desconto em folha do salário do devedor
- Bloqueio judicial de contas, salários e bens
- Protesto do título e inscrição em órgãos de proteção ao crédito
- Prisão civil em hipóteses específicas (três últimas parcelas)